Câmara Municipal de Surubim

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Eletrobras privatizada: Bolsonaro celebra a maior privatização do Brasil em 30 anos

 Segundo o site https://jornaldireita.com.br: A gigante elétrica foi finalmente privatizada por US$ 6.8 bilhões. O Estado brasileiro permanece como acionista com 45% do pacote de ações, e as decisões permanecem em mãos privadas.

Nesta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro marcou uma nova vitória milionária para a agenda de privatização e desregulamentação da economia brasileira.

A histórica empresa Eletrobras , responsável por toda a geração e distribuição de energia elétrica no Brasil, foi finalmente privatizada na Bolsa de Valores de São Paulo depois que Bolsonaro assinou o projeto de lei que foi aprovado anteriormente no Congresso. É a empresa de energia elétrica mais importante da América Latina e a maior privatização da história do continente em termos de volumes operados. O Estado brasileiro não realizava uma venda dessa magnitude desde 1998, quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso conseguiu a privatização da mineradora Vale. O Brasil recuperou o rumo das privatizações que havia sido praticamente abandonado e truncado pela administração socialista do PT a partir de 2003.

Essa empresa é responsável pelo fornecimento de quase metade das linhas de transmissão em todo o país, em uma extensão equivalente a 70 mil quilômetros de linhas. Possui também uma capacidade instalada de geração de 50.000 megawatts , potência que a torna a mais importante da região.                                    Pela primeira vez desde 1962, a geração e distribuição de energia elétrica para o mercado brasileiro permanecerá em mãos privadas. Entre outras oportunidades, a privatização permitirá a constante recapitalização que o Estado brasileiro não estava em condições de realizar, e permitirá a melhoria da eficiência na prestação de serviços.                                                                                            É um momento histórico. Esta empresa esgotou o seu modelo e agora pode andar com as próprias pernas”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes , que liderou o processo.

As tarifas de energia elétrica deixarão de ter “preços políticos” sujeitos a mudanças de sinal por sucessivos governos , e serão verdadeiros sinais de preços compatíveis com a atração de investimentos e absorção de choques internacionais. É por isso que ocorrerá um primeiro aumento de 8% no valor da tarifa, após Bolsonaro também aprovar descongelamento de preços.

No total, a venda rendeu ao Estado uma receita de US$ 6,8 bilhões , em linha com os valores esperados por analistas e o valor de mercado da empresa. Desta forma, o Estado ficará com 45% do pacote total de ações , quando antes tinha 72%, e reservará o direito à “golden share”. Essa posição confere ao Governo poder de veto para decisões estratégicas da empresa que tenham impacto nacional.

Além das significativas receitas de capital captadas pelo Estado, haverá também poupança cumulativa: o investimento deixará de ser uma competição estatal sobre os ombros da sociedade e os custos também serão privatizados       


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