quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Operação policial prende três pessoas e apreende 307 botijões de gás vendidos irregularmente no Recife

 Segundo o site https://g1.globo.com/pe/pernambuco: Prisões e apreensões ocorreram no bairro da Mustardinha, na Zona Oeste da cidade. Segundo a Polícia Civil, caminhão fazia venda volante dos botijões, o que é uma prática proibida.

Três pessoas foram presas em flagrante e 307 botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) vendidos de forma irregular foram apreendidos no Recife, durante a deflagração da Operação Júpiter. A Polícia Civil disse, nesta quarta-feira (16), que as apreensões foram feitas no bairro da Mustardinha, na Zona Oeste da cidade.

Esta é a segunda fase da operação. A primeira ocorreu na quinta-feira           (10), quando houve a prisão e a apreensão de mais de 130 botijões                      de gás. Na segunda fase, o alvo foi um caminhão que, sem                            autorização, fazia a venda dos botijões na região. Essa prática é                        proibida e, por causa disso, o veículo também foi apreendido.

De acordo com a delegada do consumidor, Thaís Galba, foi através                   de uma denúncia anônima que a polícia chegou ao local.

"Desde que nós assumimos a Delegacia do Consumidor, o fluxo                             de denúncias nesse sentido tem sido muito grande. E essa, em                      especial, nos chamou a atenção, primeiro por ser um depósito                            com aparência de legalidade, inclusive com uma placa da                        ANP [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e                      Biocombustíveis], que era falsa, porque o registro é inexistente.                  Segundo, por causa do caminhão, que tem um volume grande                           de GLPs dentro do caminhão e nessa forma de comércio volante,                   que é proibida", afirmou.                                                                                            A delegada disse que, além do motorista do caminhão, também                  foram presas uma pessoa que chegou com um triciclo para fazer                          a venda volante e outra que tinha uma bicicleta com um motor e                           também fazia entregas irregulares dos botijões.

"O comércio do depósito era feito numa bicicleta adaptada, com um                       motor que o próprio proprietário colocou, o que não pode. Veículo                     de tração humana não pode comercializar GLP. E o caminhão                        também não pode comercializar, ele pode transportar. E ele tinha                    autorização de transporte, não de comércio", declarou.   

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