terça-feira, 10 de março de 2020

Globo transforma em vítima “monstro” que estuprou e matou criança de 9 anos (veja o vídeo)

Segundo o site https://www.falapetrolina.comPor que as pessoas continuam a dar audiência à “grobo”? Se ninguém assistir, esse lixo quebra.Eu não me importo com a preferência sexual de ninguém, mas transformar em vítima um monstro degenerado que estuprou e matou um menino de 9 anos é barbárie. Como se o fato de ser transexual eximisse o criminoso.
Esses defensores de criminosos ignoram totalmente a família da vítima e todos os que conheciam o menino. Nunca mais vão se recuperar dessa trágica perda. Basta de inversão de valores seus seres desprezíveis.
Informe-se sobre o crime. Seria caso de prisão perpétua.
Suzy de Oliveira nasceu homem e foi batizado como Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos e está preso desde 2010. Segundo o seu processo, Suzy “em uma segunda feira do mês de maio de 2010, na Rua Santa Catarina, nº 34, no bairro União de Vila Nova, na Comarca da Capital, o revisionando praticou atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal com o menor Fábio dos Santos Lemos, que à época contava com apenas 09 anos de idade. Consta, também, que logo após o ocorrido, com a finalidade de assegurar a impunidade pelo crime anterior, o peticionário matou o ofendido mediante meio cruel, consistente em asfixia, e se valendo de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista tratar-se de criança, com mínima capacidade de resistência”                                                                                     Além disso, durante o processo, Suzy afirmou que era vizinho do menor, tinha conhecimento que ele passava o dia desacompanhado e aproveitou o momento da ausência da mãe para efetuar o crime. Segundo ela, de forma premeditada se aproveitou de um argumento para entrar na casa do menor, e praticou com o “infante atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal, matando-o em seguida”.
A tia de Suzy, Carlita Teixeira dos Santos, afirmou que a sobrinha já possuía um longo histórico de problemas e abusos que cometera no passado. “Ele roubava, mentia, não ia para a escola, até doze anos, coisas de criança, mas depois dos doze começou a roubar com arma, usava maconha. (…)”E prossegue:
“Fiquei sabendo que ele trabalhava na padaria e foi acusado de estar abusando de uma criança de três anos e os parentes da criança foram na minha casa atrás dele, querendo matar ele. Fiquei sabendo que ele foi passar férias na casa do irmão e tentou estuprar meu sobrinho de cinco anos, quatro a cinco anos. (…) Na escola era acusado de pular o muro da escola, ir no banheiro passar a mão em alguém, roubava os professores, de estupro (…)”, afirmou Carlita.
Na decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o Tribunal avaliou a intensidade do crime, a premeditação, o histórico de má conduta social de Suzy, sua periculosidade exagerada e personalidade deturpada. Portanto, “corretamente fixou as penas básicas em patamar bastante superior ao mínimo legal (13 anos de reclusão para o crime de estupro de vulnerável e 25 anos de reclusão para o delito de homicídio)”.
O vídeo com a reportagem da Rede Globo: 
Discurso do deputado Douglas Garcia, condenando a ação da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo:                                                                                                            

Mãe de criança morta por trans Suzy desabafa: ‘Nunca ninguém veio aqui me dar um abraço’Nesta segunda-feira, 9 de março, o programa Alerta Nacional, da RedeTV!, decidiu ir atrás da família do menino morto por Suzy. A presa trans ficou nacionalmente famosa, após o programa Fantástico, da TV Globo, mostrar como ela vive na cadeia. Sem contar o crime da presa, Drauzio Varella, que conduzia a reportagem, perguntou quanto tempo Suzy estava sem receber visitas. Ela disse que há quase 8 anos e recebeu um caloroso abraço do “médico-repórter”. 

No entanto, o crime de Suzy somente foi descoberto dias depois. O programa comandado por Sikêra Júnior decidiu ir atrás da família que perdeu um ente querido nas mãos da trans mostrada pelo Fantástico. A mãe de Fábio, Aparecida dos Santos, contou que há 10 anos não pode dar um abraço no filho.                     O garotinho, quando tinha 9 anos de idade, foi abusado sexualmente e morto por Suzy. Ela ainda teria escondido o corpo da criança. Aparecida lembrou que, durante esse período, nunca ninguém foi atrás dela, ninguém lhe mandou cartas, ou enviou bombons. O caso da presa trans teve tanta repercussão que chegou-se a fazer até mesmo uma vaquinha para ajudar a entrevistada. 
Veja abaixo o vídeo da mãe da criança morta por Susy, quando ela diz que nunca ninguém foi até lá dar um abraço nela:
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Já a seguir, o leitor pode ver a matéria completa do programa, ela começa a ser exibida a partir do momento 1 hora e sete minutos do vídeo:                                   


O repórter do Alerta Nacional acabou dando um abraço na entrevistada dizendo que ela sim merecia ser abraçada pela sociedade “de bem’. O gesto comoveu a internet. 

 

  

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