segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Comerciantes e empresas de serviços têm prejuízo médio de R$ 16,4 mil com chuvas

Segundo o site https://www.otempo.com.brAs microempresas foram as mais prejudicadas e correspondem a 70,4% do total de impactados na capitalBaixo LourdesRestaurante Baixo Lourdes, na rua Gonçalves Dias, foi muito atingido pela enchente
Foto: Arquivo pessoal
Os empresários dos setores de comércio e serviços de Belo Horizonte tiveram um prejuízo médio de R$ 16.405,30 com as chuvas dos últimos dias. As microempresas foram as mais prejudicadas e correspondem a 70,4% do total de impactados na capital. As empresas de pequeno porte são 16,7% do total, e as de médio ou grande porte, 12,9%. Os dados são de levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) feito com 250 entrevistados.
O presidente da entidade, Marcelo de Souza e Silva, apresenta os resultados da sondagem ao governador do Estado, Romeu Zema (Novo), na manhã desta segunda-feira (3).
Segundo a pesquisa, a redução do fluxo de clientes foi o principal prejuízo dos empresários em decorrência das chuvas, citado por 80,8% dos entrevistados. Há, ainda, prejuízos no estoque (27,2%), em móveis (20,8%), maquinário (17,6%) e danos à estrutura do estabelecimento (13,6%).
Foram contabilizados 2.516 estabelecimentos impactados nas visitas. As regionais mais atingidas da capital são Centro-Sul, Venda Nova, Barreiro e Oeste. 
Seis em cada dez empresários tiveram problemas com o deslocamento dos funcionários, e 29,8% dos entrevistados pretendem solicitar benefícios à prefeitura e ao Estado, como desconto no IPTU, empréstimos com taxas menores e postergação de recolhimento do ICMS.
A CDL já solicitou ao governador o adiamento do pagamento do ICMS e do Simples, prorrogação do prazo para reinscrição no Simples, isenção ou desconto nas contas de energia e abastecimento e, ainda, linhas de crédito via BDMG.

Nenhum comentário:

Postar um comentário