segunda-feira, 4 de março de 2019

Surto de H1N1 no Amazonas deixa Roraima em alerta

Segundo o site https://g1.globo.com/rr/roraima: Saúde emitiu comunicado para que profissionais identifiquem casos precocemente. No AM, 12 mortes por H1N1 levaram governo a decretar emergência.
O surto do vírus Influenza A (H1N1) que já matou 12 pessoas no estado vizinho do Amazonas levou as autoridades de Roraima a emitirem um alerta para o risco de casos da doença no estado, informou nesta segunda-feira (4) a Secretaria de Saúde do Estado (Sesau).

O alerta foi emitido no sábado (2) pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS). A notificação pede que os profissionais de saúde fiquem atentos à identificação precoce de casos suspeitos de gripe H1N1.
Na última quarta-feira (27), o Amazonas decretou situação de emergência por causa do surto. Até então eram doze mortes pelo vírus Influenza A (H1N1) e duas pelo vírus Sincicial Respiratório registradas na capital Manaus e no interior.
“O trânsito de pessoas entre Roraima e Amazonas é intenso, e, como é uma doença de fácil transmissão, é difícil evitar que ocorram casos aqui no Estado. Entretanto, é possível minimizar os impactos da doença aqui no Estado”, disse Lincoln Valença, diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE).
A nota repassada aos profissionais enumera as principais medidas de prevenção contra a doença. A principal é manter em dia a vacina contra a H1N1, conforme orientação do Programa Nacional de Imunização (PNI). A vacina deve ser tomada uma vez por ano.
De acordo coma secretaria, a "principal orientação é aplicar o Protocolo de Tratamento de Influenza do MS (Ministério da Saúde), que consiste em fazer o monitoramento, notificação e o tratamento com antiviral oseltamivir (TamifluR) dos pacientes que apresentem os sintomas da doença".
A Saúde considera alguns grupos de risco para que haja uma atenção especial. São eles: grávidas em qualquer idade gestacional; puérperas (mulheres que tiveram filho há pouco tempo) até duas semanas após o parto; adultos com mais de 60 ano e crianças com menos de 5 anos, sendo que o maior risco de hospitalização é em menores de 2 anos, especialmente as menores de 6 meses, com maior taxa de mortalidade.                                                                    “Além disso, também fazem parte desse grupo a população indígena aldeada, indivíduos menores de 19 anos de idade em uso prolongado de ácido acetilsalicílico, conhecido popularmente como AAS, indivíduos que apresentam comorbidades, que é a existência de duas ou mais doenças em simultâneo, a população privada de liberdade e os profissionais da saúde”, enumerou Valença. 

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