Jair Bolsonaro derrota todos os Jornalistas no Roda Viva que só fazia atacar

O Roda Viva recebe o candidato à Presidência da República pelo Partido Social Liberal (PSL), Jair Bolsonaro, que fala sobre seus planos para a presidência, caso venha a ser eleito.Não somente a pergunta, mas os jornalistas em si também foram muito criticados.

Publicado em 30 de jul de 2018

A entrevista de Bolsonaro no Roda Viva da última segunda (30) dividiu muito o público que a assistiu. Assim também aconteceu com os memes do programa. Neste, a critica vai aos jornalistas e suas perguntas.

Foto: ReproduçãoA entrevista de Bolsonaro no Roda Viva da última segunda (30) dividiu muito o público que a assistiu. Assim também aconteceu com os memes do programa. Neste, a critica vai aos jornalistas e suas perguntas.Outros fizeram piada com a falta de memória do candidato em relação a seus projetos.

Outros fizeram piada com a falta de memória do candidato em relação a seus projetos.A internauta tirou sarro da jornalista que perguntou sobre porte de armas.A internauta tirou sarro da jornalista que perguntou sobre porte de armas.Em mais uma crítica ao teor das perguntas, este usuário  propôs uma solução.Em mais uma crítica ao teor das perguntas, este usuário  propôs uma solução.                                      

MBL critica entrevistadores de Jair Bolsonaro no Roda Viva

Ativista Kim Kataguiri publicou um vídeo comentando o programa da TV Cultura     Segundo o site   https://pleno.news/brasil/eleicoes-2018                                                                Ativista do MBL critica Roda Viva com Bolsonaro Foto: Reprodução

O ativista Kim Kataguiri, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) publicou um vídeo nesta terça-feira (31) criticando os jornalistas que entrevistaram o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) no programa Roda Viva, da TV Cultura, desta segunda (30).
– (Os jornalistas) estavam completamente presos da bolha, fora da realidade, sem perguntar nada que de fato o cidadão brasileiro quer saber do próximo presidente da República, mas só tentando dar alfinetadinha de esquerda, falar que apoia a tortura, que é homofóbico, que quer a volta da ditadura, que é racista – acusou.                                   Ele declarou que a postura dos entrevistadores foi “vergonhosa”, “despreparada” e “pouco profissional”. O ativista também afirmou que as perguntas foram todas pautadas em interesses esquerdistas.
– Queria que ele se aprofundasse mais em segurança pública, economia, especificar mais o que ele vai seguir do Paulo Guedes. Mas os entrevistadores só ficaram naquela bolha de esquerda socialista do Leblon no Rio, do Baixo Augusta de São Paulo – acusou.
Kataguiri se mostrou indignado particularmente com as perguntas sobre a Ditadura Militar iniciada em 1964 e também sobre o voto impresso.
– Teve uma jornalista que só quis falar de ditadura militar, não quis falar sobre o futuro, não falava sobre o presente. A população já superou a ditadura militar, esse tema já foi. Todo mundo sabe a opinião de Bolsonaro sobre 1964 e 1985. Eu quero saber é de futuro e de presente – declarou.
– Também soltaram mentiras sobre o voto impresso afirmando que teria “voto de cabresto” porque se levaria o voto para casa. Não! Mentindo para desqualificar o Bolsonaro – argumentou.

Publicado em 31 de jul de 2018

Entrevista: Bolsonaro “dobra” jornalistas da esquerda

Até aqui, o calendário das eleições tem cumprido uma pauta burocrática. Em 9 de agosto começa uma nova fase com debates entre os candidatos dos presidenciáveis, a ser transmitida pela TV Bandeirantes. E o público aguarda. Os medidores de audiência também.
Nesta segunda (30), Jair Messias Bolsonaro (PSL-RJ) esteve no programa Roda Viva, da TV Cultura e explodiu a audiência na rede social, liderando o Twitter em todo o mundo. O que faz o pré-candidato ter essa performance? Perdeu apenas para o juiz Sérgio Moro nos índices do programa. Bolsonaro foi aguardado a fim de ser provocado pelos jornalistas (Folha de São Paulo, O Globo, Veja, Valor Econômico, Estado de São Paulo). Tendo apenas a mídia ao seu redor, o entrevistado não fugiu das polêmicas. Tem um modo não apenas franco e contundente de responder. Ele consegue reposicionar o jornalista diante das questões, devolvendo questionamentos.
Como já esperado, a entrevista não foi mansa. Colegas de imprensa estavam igualmente “armados” com questões, com foco extremo nos dados do período da ditadura – que jornalista não deixa passar. A impressão, confesso, é que todos estavam articulados para que a “casca de banana” caísse no lugar certo. Mais parecia uma bancada formatada, escancaradamente de esquerda. Tentaram, mas Bolsonaro ia “dobrando” cada um e enfiava no bolso.
O Pleno.News acompanhou toda a entrevista e lamentou o nível de inquisições com perguntas pouco aproveitáveis. Uma delas, inclusive: “O senhor, se eleito, pretende instituir a tortura no país?”. Perguntas pouco interessantes, nada novas, sem focar no futuro, voltados apenas para o passado. E ainda utilizando o Wikipédia como fonte. Ops!
Enfim, a TV Cultura lucrou, Bolsonaro manteve-se acima das investidas de maior ou menor teor de sarcasmo, o jornalismo se perdeu e há esperança para que o tempo na TV seja melhor aproveitado daqui para frente.

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