MPF convoca reunião para discutir empréstimo da Caixa à Prefeitura de Caruaru. Raquel se diz tranquila.

Segundo o site https://www.jornaldecaruaru.com.br: Raquel Lyra disse que vai responder a tudo e que teve aval para realizar o contrato.Raquel Lyra assina - Foto de Jorge FariasPrefeita Raquel Lyra – Foto Jorge Farias
O Ministério Público Federal (MPF) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, vai promover uma reunião na sexta-feira (6) para discutir possíveis irregularidades em operação de crédito entre a Caixa Econômica Federal e a prefeitura do município. A reunião é uma das providências tomadas após instauração, pelo procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva, de inquérito civil público para apurar o assunto.
As informações sobre a operação de crédito foram repassadas pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que também instaurou inquérito civil para investigar o caso. O MPPE apura a autorização, por lei municipal, de celebração de contrato de empréstimo com a Caixa, no montante de quase R$ 84 milhões.
O procurador da República destaca que a utilização do Fundo de Participação dos Municípios como garantia de empréstimo por parte da Caixa e da Prefeitura não parece se compatibilizar com o disposto na Constituição. “Considerando que a questão já se encontra em fase avançada, já havendo até mesmo lei municipal autorizando a Prefeitura de Caruaru a contrair o empréstimo, entende-se necessária a realização de reunião, para que a questão possa ser analisada preventivamente e de forma ampla, com a possibilidade de participação de representantes dos diversos órgãos interessados”, reforça.
Para a reunião, foram convocados a Prefeitura de Caruaru, Caixa Econômica Federal em Caruaru, MPPE, Ministério Público de Contas do Estado de Pernambuco, Tribunal de Contas da União e Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.
O MPF também expediu ofícios para que a Prefeitura de Caruaru e a Caixa se manifestem, no prazo de 15 dias, sobre as possíveis irregularidades investigadas.

Em Nota:

“A Prefeitura de Caruaru recebe com muita tranquilidade a notícia de instauração do inquérito por parte do MPF quanto à questão do Finisa. É mais uma grande oportunidade de esclarecer toda a legalidade da operação que foi promovida por um banco estatal (Caixa Econômica Federal), com autorização da Secretaria do Tesouro Nacional. É importante relembrar que a linha de financiamento de investimentos em questão foi objeto de um criterioso processo seletivo, no qual os municípios precisavam comprovar capacidade de pactuar com a Caixa, sendo Caruaru um deles”.

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