O Depoimento Emocionante Do Brasileiro Jonatan Moisés Diniz

Segundo o site https://www.noticiasbrasilonline.com.br: Além de agradecer aos brasileiros pela ajuda para tirá-lo da prisão na Venezuela, Jonatan Moisés Diniz fez um longo desabafo nas redes sociais sobre sua experiência no país de Nicolás Maduro.Ele contou que chegou lá em 2016 como mochileiro e hospedou-se “no apartamento de um querido casal”, ao qual só havia perguntado “uma simples informação no meio da rua”.                                                            Passou a saber assim, “meio por cima”, da situação da Venezuela e causou-lhe surpresa “que, com tantos problemas, esse povo poderia ser tão receptivo e amável como são”.
Participou de “muitos projetos de voluntariado em filantropia” e as fotografias tiradas por ele foram usadas por “diversas instituições” de caridade.
Nunca cobrou um centavo, porque “o importante é que de algum jeito essas pessoas estavam ajudando as crianças em perigo de morte por desnutrição com doações”.
Admitiu ter odiado Maduro no período de maior repressão aos protestos – aos quais afirmou ter comparecido sem armas – e relatou ter visto muita barbaridade de um lado e do outro.
“Quando eu não chorava pela notícia de mais um jovem assassinado que batalhava por liberdade e por um país melhor, eu chorava por ver crianças de 5, 6 anos prepararem bombas molotov no meio da avenida (…), enquanto eu via adultos de 20, 30, 40, 50, 60, 70 anos olharem a situação e não fazerem” M… NENHUMA “para afastar aquelas crianças do perigo”.
“O que mais me indigna é que a direita faz cagada, a esquerda faz cagada, o mundo inteiro vê crianças morrerem de fome e ninguém faz” M… NENHUMA PARA AJUDAR “e ainda criticam e colocam na prisão os que tentam fazer!
(…) O que passou este fim de ano é que decidi ir para Venezuela doar boa parte (a maioria, na verdade) do dinheiro que eu tinha e conquistei com muito trabalho digno para iniciar o projeto Time To Change The Earth [‘Hora de mudar a Terra’] junto com amigos ao redor do mundo, que nada mais era que doar roupas, comidas, brinquedos e o que necessitasse para quem realmente precisasse. E o mais importante, tentar de alguma maneira mudar a mentalidade das pessoas, tentar encontrar uma maneira de, em vez de guerrear, unir as partes para todos lutarem pelo mesmo objetivo.
Eu não me envolvo em política, não me envolvo em nenhum desses teatros criados por pessoas ocultas para fazermos acreditar que existe democracia. Eu não sou lado A nem lado B… Eu só não quero ver crianças morrerem por nossa culpa (…).”
  

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