quinta-feira, 30 de março de 2017

Ministério promete mais 200 mil doses de vacinas para febre amarela, diz Crivella

Segundo o site http://noticias.r7.com: Rio pode entrar no calendário anual de vacinação contra a febre amarelaApós se reunir com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, informou que o Ministério da Saúde prometeu, até o final de semana, mais 200 mil doses de vacina contra a febre amarela para ser distribuída na cidade. Com isso, salientou o prefeito, "vamos fazer cinturão na cidade do Rio". Ele fez questão de ressaltar, no entanto, que "não há nenhum caso" de febre amarela registrado na cidade do Rio.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, que esteve em outra audiência com o presidente da República, por sua vez, informou também em entrevista no Planalto, que o governo federal estuda se incluirá Rio de Janeiro e Espírito Santo entre os Estados que poderão receber, em 2018, vacinação regular para febre amarela.
Barros assegurou ainda que a febre amarela está "sob controle" tecnicamente no país, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde. Disse ainda que todas áreas recomendadas para vacinação tem o produto disponível.
O ministro da Saúde declarou ainda nesta quinta que o calendário regular de vacinação abrange 19 Estados. Rio e Espírito Santo, no entanto, não estão entre eles, mas podem ser incluídos no ano que vem. Barros falou também da possibilidade de, a partir do ano que vem, crianças até cinco anos serem vacinadas em todos os Estados. Rio de Janeiro e Espírito Santo, lembrou Barros, não são áreas de recomendação de vacinação.
Outra questão que está em estudo, segundo Barros, é a possibilidade de fracionamento de uma dose de vacina contra febre amarela em cinco doses. A decisão sobre o tema será anunciada na terça-feira (29) da semana que vem, após reunião técnica na Saúde. Ele disse que esse procedimento não diminui a eficácia da vacina, apenas reduz o tempo de imunização, que passaria a ser de somente um ano, quando precisaria ser repetida a dose.
De acordo com Ricardo Barros, por conta da alta demanda dos Estados, este ano, o Ministério da Saúde distribuiu 20 milhões de doses além dos 16 milhões que normalmente são liberados para os 19 Estados que recebem regularmente a proteção.

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