Receitas do Porto do Recife sobem 37,3%

 Segundo o site https://www.folhape.com.br/economia: A operação cresceu nos primeiros dois meses deste ano, comparada ao mesmo período do ano passado, somando um volume total de R$ 5.740.949,03

Com R$ 5.740.949,03, a arrecadação do primeiro bimestre do Porto do Recife mostra um crescimento de 37,3% comparado ao mesmo período do ano passado (2021), quando a arrecadação foi de R$ 4.178.644,56. “Nosso crescimento foi devido, principalmente, às receitas geradas com armazenagem de carga dentro do terminal”, diz o diretor administrativo financeiro do Porto, Fernando Lins.                                                          A armazenagem é a operação que consiste em depositar cargas dentro dos armazéns do Porto do Recife. Os produtos depositados são descarregados dos navios e, então, guardados dentro das estruturas do ancoradouro. Posteriormente, eles são distribuídos a depender da demanda do importador. Portanto, é um serviço garantido pelo Porto, cujo lucro varia a depender de quanto espaço é necessário e por quanto tempo ele será ocupado pelos produtos do importador.

A receita que foi gerada em janeiro deste ano alcançou os R$ 584.604,64. Em fevereiro, o valor mais do que dobrou, ficando em R$ 1.193.460,65. Segundo o diretor comercial e de operações do Porto do Recife, José Divard, o produto que ficou em destaque por incrementar a receita foi o trigo. Um total de 22.984 toneladas foram depositadas no armazém 8, 2 e R2. "O importador precisou de mais espaço e mais tempo de armazenagem, o que acabou impulsionando esse aumento com o depósito”, comentou Divard.                                                                          

Ainda segundo ele, são alguns os fatores responsáveis pelo crescimento das receitas com armazenagem. O primeiro citado é a oferta de áreas com melhores condições de comportar os produtos do importador, bem como a necessidade do trigo de permanecer mais tempo armazenado. Outro fator é a exigência da armazenagem de parte da cevada, em atendimento à Ambev.

“Além disso, tem o crescimento do fertilizante, que está depositado nos nossos armazéns principais (5 e 6). Isso faz com que, no geral, a gente tenha esse crescimento do valor da armazenagem. Ratificando que estamos trabalhando para deixar alguns armazéns em condições de receber essas cargas. No futuro, eles serão arrendados e a questão passará a ser responsabilidade do próprio importador. Mas, neste momento, há a preocupação do Porto ter, ainda, condições de armazenar as cargas, atendendo seus importadores”, conclui Divard.   

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