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Temperatura mínima na cidade de São Paulo chega a 6°C nesta quarta-feira

Segundo o site https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil: inverno oficialmente chegou a São Paulo, e com antecedência. A frente de ar polar que está sobre a capital paulista estava prevista para chegar apenas na segunda quinzena de julho, mas se antecipou e deve causar as quedas de temperatura nos próximos dias, com mínimas de 6°C nesta quarta-feira, 30, e também na quinta, segundo o Climatempo
As chuvas devem ser escassas. As demais previsões para a estação, contudo, não são de muito mais frio.

De acordo com a meteorologista Josélia Pegorim, do Climatempo, apenas mais uma frente polar deve chegar ao Estado, em meados de agosto. Assim como a que está sobre o centro-sul do País neste momento, essa também pode deixar as temperaturas abaixo de dez graus e causar geadas. Porém, a situação é monitorada para ter certeza de que esta outra frente também não irá se adiantar.                                                                            No outros períodos, a previsão é de frentes frias não tão potentes se alternando com períodos de temperatura amena - aqueles nos quais o dia começa frio, esquenta e, por volta do pôr-do-sol, volta a esfriar, gerando madrugadas bastante frias e o ‘efeito cebola’, quando saímos de casa de manhã com muitas camadas de roupa, tiramos parte delas durante o dia e voltamos a colocar de noite.

“Fora estes dois eventos, não há expectativa para que fortes ondas de frio atinjam São Paulo, e por isso a temperatura durante o inverno tende a fechar acima da média para o período”, afirma Pegorim.

No Sul, a situação é inversa, com previsão de temperaturas abaixo do normal. No Centro-Oeste, as frentes frias devem chegar até Campo Grande e Cuiabá, mas não até Brasília e Goiânia.

No Nordeste, as temperaturas devem ficar acima da média, principalmente na parte sul da região. E, por fim, no Norte, é possível que algumas frentes frias cheguem até Rondônia, Acre e o sul do Amazonas, mas não devem ser a tônica da estação.

O que preocupa, principalmente, é o regime de chuvas: o centro-sul do país vive uma seca histórica, que diminui os reservatórios das usinas hidrelétricas e deve fazer com que o governo realize um racionamento de energia. E a previsão neste sentido não é boa: as chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste devem ficar abaixo da média histórica para o período, que já é um dos mais secos do ano.

Em São Paulo, devem acontecer chuvas de baixa intensidade em julho e setembro, enquanto em agosto algumas chuvas fortes devem atingir boa parte do Estado. Ainda assim, a situação não preocupa pelo abastecimento de água - os reservatórios próximos à capital não devem sofrer tanto quanto no período da crise hídrica de 2014-2015.

Ao mesmo tempo, o Norte deve ter uma estação um pouco mais seca após as cheias dos últimos meses, ainda que as chuvas continuem caindo com certa frequência no extremo norte do País. E, no Nordeste, onde o inverno é tradicionalmente a estação chuvosa no litoral, a média deve ficar abaixo do esperado, principalmente no Rio Grande do Norte e na Paraíba.    

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