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Morre menina de seis anos torturada pela mãe e pela madrasta em Porto Real, no Rio

 Segundo o site https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil: RIO - Morreu na madrugada deste sábado, 24, a menina Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, de apenas 6 anos, que foi torturada durante pelo menos três dias pela mãe e pela madrasta na cidade de Porto Real, no sul fluminense. 

A criança estava “em coma, com ausência de reflexos e múltiplas lesões corporais agudas e crônicas”, segundo o hospital.

A mãe da menina, Gilmara Oliveira de Farias, de 27 anos, e a companheira dela, Brena Luane Barbosa Nunes, de 25 anos, estão presas, acusadas pelo crime. Segundo a polícia, as duas confessaram as agressões na 100ª Delegacia de Polícia (Porto Real), que investiga o caso.

Na última quinta, em audiência de custódia, o juiz Marco Aurélio Adania decretou a prisão preventiva, por entender que as investigações apontaram contínuas agressões à criança pela mãe e pela madrasta.

“A vítima, uma criança de apenas seis anos de idade, teria sido espancada pela mãe e pela companheira, ora custodiadas, com socos e chutes por diversas vezes, além de ser arremessada contra a parede e contra um barranco de sete metros de altura e de ser chicoteada com um cabo de TV”, diz a sentença. Ainda segundo a decisão, a criança vinha sendo privada de comida.

O pai, cujo nome não foi divulgado, foi a Resende para a liberar o corpo. O enterro será hoje no Cemitério de Japeri. As despesas do hospital e do sepultamento estão sendo pagas pela prefeitura de Porto Real

No mês passado, o menino Henry Borel, de apenas 4 anos, também morreu vítima de maus-tratos. O caso aconteceu no Rio. O padastro do menino, o médico e vereador Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, e a mãe de Henry, Monique Medeiros, estão presos temporariamente acusados pelo crime. A defesa de ambos negam as acusações.

Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), ao menos 2.083 crianças até quatro anos foram mortas por agressão no Brasil, de janeiro de 2010 a agosto do ano passado. Para cada caso de óbito registrado dessa forma, especialistas estimam haver outros 20 subnotificados. Outra preocupação é que esse cenário de violência se agrave na pandemia, com as políticas de isolamento social e o longo período de escolas fechadas.


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