Header Ads Widget

header ads

Equipamentos eletrônicos piratas apreendidos em ação no Centro do Recife estão avaliados em R$ 100 mil

 Segundo o site https://g1.globo.com/pe/pernambuco: Polícia Civil detalhou, nesta segunda-feira (15), a Operação Fãngzhi, que resultou na apreensão de cerca de uma tonelada de produtos e prendeu nove estrangeiros, em lojas no Centro do Recife.

A Polícia Civil de Pernambuco detalhou, nesta segunda-feira (15), a operação que apreendeu cerca de uma tonelada de produtos eletrônicos piratas no Recife e prendeu nove estrangeiros. Segundo a corporação,          as mercadorias estão avaliadas em R$ 100 mil.

As informações sobre a Operação Fãngzhi foram repassadas                   durante  entrevista coletiva concedida na capital pernambucana.                         A ação ocorreu na quinta-feira (11) e foi realizada por 12 policiais civis.

A delegada Thaís Galba, responsável pela ação, afirmou que os                produtos estavam em sete lojas de uma mesma galeria, no Centro.

Eram carregadores de celular, capas e fones de ouvido. Todos de           imitavam marcas internacionais famosas e e eram vendidos por                  preços bem abaixo do mercado.

“Tem carregador de marca famosa que custa         em média R$ 120. Nessas lojas, a pessoa pode comprar até por R$ 15, em promoção. O          problema é que não há certificação de              segurança e os consumidores ficam             expostos ao risco", declarou a delegada.

Titular da Delegacia de Repressão aos Crimes contra o Consumidor,              Thaís Galba afirmou que os presos vão responder por vários crimes            contra as relações de consumo.

Além disso, todos foram enquadrados por fraude no comércio e por            receptação qualificada. “Precisamos ressaltar que quem compra                    esses produtos pode ser punido também. É enquadrado no crime de   receptação culposa “, afirmou.

As investigações             tiveram início no fim de 2020. “O que chamou a atenção é o porte do               comércio. É uma galeria inteira, em que as pessoas trabalhavam da             mesma forma de comercialização de produtos Ilegais”, disse a              delegada.

Sobre a origem dos equipamentos, a Thaís Galba afirmou que todos               são trazidos para o Recife do exterior. “Eles chegam separados: a            caixinha a etiqueta e o produto. Aqui, eles pegam produtos para               conectar caixinha e colocam a etiqueta falsificada”, disse.

A policial afirmou, ainda, que alguns dos envolvidos já tinham sido                   alvo de investigações anteriores. “A abordagem, desta vez, foi um              pouco maior, mas eles já tinham sido abordados dois anos atrás,                       no final de 2019”, lembrou. 

Postar um comentário

0 Comentários