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Operação da PF investiga grupo criminoso especializado em fraudes previdenciárias; prejuízo é de R$ 700 mil

 Segundo o site https://g1.globo.com/pe/pernambuco: Investigados atuavam em benefícios de aposentadoria por tempo de contribuição a partir de recolhimentos na categoria de empregado doméstico, sem comprovação da atividade, diz polícia.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (22), a Operação Promus, para desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes previdenciárias. O prejuízo causado pelo esquema, em decorrência do pagamento indevido de dez benefícios, foi de R$ 700 mil. Na ação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão no Recife e em Moreno, na Região Metropolitana.

De acordo com a PF, o grupo investigado atuava em benefícios de aposentadoria por tempo de contribuição a partir de recolhimentos na          categoria de empregado doméstico, sem a comprovação da atividade.

A identificação desse esquema ocorreu a partir da análise de dez           processos concessórios de aposentadoria por tempo de contribuição,                por parte da Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e                   Trabalhista (CGINT), do Ministério da Economia.

Os processos, da Agência da Previdência Social de Paulista, faziam                parte do material durante outra operação, deflagrada em 2018, quando                   foi identificada a forma de atuação do grupo.                                                                                        Foram analisados mais de 260 processos de            aposentadoria por tempo de contribuição que, segundo a PF,                      estavam nas mesmas condições. O material deve ser encaminhado                   ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para as devidas            providências.

A PF informou, ainda, que a operação possibilitou a economia de                           R$ 3 milhões em pagamentos futuros, caso o esquema fraudulento                 não tivesse sido detectado. Na operação, participaram 19 policiais                 federais e três servidores da CGINT.       

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