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Ex-presidente do MT Saúde é condenado a 3 anos de prisão e a devolver R$ 3,3 milhões

 Segundo o site https://olivre.com.br: Yuri Bastos Jorge foi condenado por irregularidades cometidas no período de 2004 a 2006. Ainda cabe recurso ao TJMT

O juiz da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, condenou o ex-presidente do MT Saúde, Yuri Bastos Jorge, e o contador Hilton Paes de Barros a pena de três anos e quatro meses de reclusão e ao pagamento de 16 dias-multa pelo crime de peculato.

Ambos são acusados de firmar contratos fraudulentos com o objetivo de desviar dinheiro. A pena deles inclui o ressarcimento de R$ 3,3 milhões – que ainda devem ser corrigidos  monetariamente – aos cofres de Mato Grosso.                                                                          O administrador de empresas William I Wei Tsui foi absolvido por insuficiência de provas.

Ainda cabe recurso da sentença ao Tribunal de Justiça. A decisão foi publicada no Diário da Justiça que circulou nesta terça-feira (1º).

A ação

A ação penal tramitava desde 2014, quando foi instaurada após o recebimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE).

De acordo com as investigações, Yuri Bastos autorizou contratos irregulares no período de 2004 a 2006, quando presidiu o MT Saúde, o que foi prejudicial aos cofres públicos na ordem de R$ 3,3 milhões.

Yuri Bastos teria excluído uma empresa vinculada ao Serviço Social de Indústria (Sesi), que vendeu uma concorrência pública para prestação de serviços em 2004, para contratar a Connectmed CRD Consultoria, segunda colocada no certame.

Ainda segundo o Ministério Público, dois meses após colocar a Connectmed no programa, Yuri teria firmado um termo aditivo de R$ 60 mil mensais ao contrato, “sem qualquer justificativa”.

A Connectmed, por sua vez, teria contratado uma terceira empresa, que existia somente em papel, com o intuito de implantá-la no MT Saúde – plano de saúde oferecido aos servidores públicos estaduais. Esse contrato favoreceria diretamente Yuri Bastos, apontado como o proprietário da empresa fantasma.        

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