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Dólar cai 2,6% e fecha a R$ 5,03; Bolsa sobe 1,88%

 Segundo o site https://www.noticiasaominuto.com.br: O dólar fechou a quinta-feira em R$ 5,03, na menor cotação desde o dia 12 de junho, quando foi a R$ 5,00 após uma breve temporada abaixo deste patamar

mudança na comunicação do Banco Central, sinalizando um ciclo de atados juros já no começo de 2021,e direcionou o apetite por risco no Brasil, com dólar em queda e Bolsa em alta.                                                                                                                                      Mas os movimentos ganharam ainda mais tração na segunda metade do dia, com um combo de notícias que fez câmbio e Bolsa alcançarem patamares que não eram vistos há meses por aqui. A informação de que o Butantan poderá produzir até 1 milhão de doses por dia de vacina contra a covid animou os agentes, que decidiram tomar ainda mais risco quando foi confirmada a data da votação da LDO.

O dólar fechou a quinta-feira em R$ 5,03, na menor cotação desde o dia 12 de junho, quando foi a R$ 5,00 após uma breve temporada abaixo deste patamar. Fatores técnicos, incluindo um leilão extra de swap cambial do Banco Central, além do noticiário positivo doméstico sobre vacinas contra o coronavírus e a perspectiva de que os juros podem voltar a subir mais cedo em 2021, o que em tese é positivo para atrair dólares ao Brasil, fez o real ganhar força em todo o pregão de ontem. O reaL terminou o dia com o melhor desempenho em uma cesta de 34 moedas mais líquidas, em meio a relatos de reforços nos fluxos externos ao Brasil.

No fechamento, o dólar à vista encerrou em baixa de 2,60%, cotado em R$ 5,0379. Em dezembro, o dólar já caiu 5,77%, o que reduziu a alta no ano para 25,58%.

Bolsa

O Ibovespa deu uma arrancada na sessão de negócios de ontem e testou, por vários momentos, para conseguir fechar na marca dos 115 mil pontos, nível que frequentou pela última vez em 17 de fevereiro passado (115.309,08). Assim, o índice Bovespa terminou com ganhos de 1,88%, aos 115.128,63 pontos.

Ao contrário do início da semana, quando as preocupações com a questão fiscal foram preponderantes para a pisada no freio dos investidores, ontem, com a definição mais clara sobre a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na semana que vem, e notícias sobre o andamento do processo de imunização no país, as ordens de compra foram disparadas.

"Há, evidentemente, um fluxo de recursos estrangeiros que estava represando esta semana à espera de algumas definições", disse um operador, ressaltando que as ações de primeira linha do setor financeiro, preferidas por este público, mas também ainda bastante descontadas, seguiram com altas fortes. Itaú Unibanco PN avançou 3,31% enquanto Bradesco PN, 4,12%, Banco do Brasil ON, 5,20% e as units do Santander, 2,33%.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.  

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