domingo, 2 de junho de 2019

Tubarão força paralisação de etapa do Mundial de Surfe

Segundo o site hardcore.com.br: Tubarão de 2,5 metros é avistado próximo a surfistas e força paralisação do Margaret River Pro, quarta etapa do Circuito Mundial de 2019
A presença de um tubarão próximo aos surfistas forçou a paralisação do Margaret River Pro, quarta etapa do Circuito Mundial de Surf da WSL, na madrugada deste domingo (2).
O tubarão foi avistado por um surfista que estava em uma praia vizinha, que sinalizou para a equipe de segurança. A presença do animal foi confirmada pela equipe de segurança através de imagens obtidas pelo drone que monitora a situação. A oragnização paralisou imediatamente o campeonato.                          
O havaiano Seth Moniz e o californiano Kolohe Andino, que disputavam sua bateria das quartas de final do Margaret River Pro, foram recolhidos pelos jet stkis da equipe do evento e levados em segurança para a areia.
Segundo Renato Hickel, general manager do Circuito, o tubarão tinha cerca de 2,5 metros de comprimento, mas não foi possível identificar sua espécie. Logo após ser avistado, o tubarão começou a nadar em direção ao mar aberto.
O evento ficou paralisado por cerca de 30 minutos, até que a equipe do evento confirmasse que o animal não se encontrava mais próximo à área de competição. O aparato de segurança foi reforçado com mais um drone, dedicado exclusivamente aos surfistas, além dos sete jet skis e de um barco da marinha australiana.
Em 2018, a etapa de Margaret River foi cancelada após os surfistas brasileiros Gabriel Medina e Italo Ferreira expressarem publicamente a preocupação em surfar no local. Durante o período de espera para realização do campeonato naquele ano, dois ataques de tubarão a surfistas foram registrados no mesmo dia em praias próximas.
Para tornar a receber o circuito em 2019, a organização incrementou o aparato de segurança e remanejou a data de início do campeonato do início de abril para o final de maio, após a temporada de reprodução do salmão na região, o que, acredita-se, pode ter influenciado na presença dos tubarões.
Veja também: ONGs condenam novo massacre de baleias e golfinhos nas Ilhas Faroe
   

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