sábado, 8 de dezembro de 2018

Projeto leva arte ubana para escolas públicas da capital

Segundo o site Assessoria de Imprensa Instituto Choque Cultural Cristiane Nascimento: 
Iniciativa do Instituto Choque Cultural conta com o apoio de artistas e promove ainda cursos de formação para professores, multiplicando o alcance do programa; próxima ação ocorre na Etec Parque da Juventude
Como transformar a escola em uma extensão da cidade, tornando-a um espaço pulsante e dinâmico, atraente aos olhos dos alunos que hoje ocupam as carteiras escolares, ainda tão semelhantes às ocupadas por seus avós e bisavós ao longo do século passado? Este foi um dos questionamentos que levaram à criação do Choque Educultural (Escola Criativa), projeto do Instituto Choque Cultural (ICC) que tem como principal objetivo transformar os ambientes de ensino formal da cidade - e por que não do País? - em locais inspiradores e agradáveis, onde estudantes e professores se conectem uns aos outros e se sintam permanentemente instigados a criar e inovar.
Encabeçado pela educadora Raquel Ribeiro e pelo casal Baixo Ribeiro e Mariana Martins, sócios da Galeria Choque Cultural, o projeto surgiu em 2011, como semente de um dos programas do ICC, o Eduqativo, que visa estreitar as distâncias entre professores, alunos e comunidades, fazendo uso de ferramentas que mesclam educação, arte e comunicação. Para isso, o trio convida uma série de artistas - grande parte deles ligados à cena urbana da capital - para ministrarem workshops a educadores e, mais do que isso, intervir diretamente em escolas públicas da cidade em grandes mutirões, com a participação dos agentes locais.
"Em educação, discute-se muito o professor, os alunos, o conteúdo, mas as problematizações quase nunca tangenciam o espaço físico do ambiente escolar, como se a falência do modelo atual já fosse uma constatação que nem merecesse a possibilidade de uma reformulação. Embora o desafio não esteja no espaço físico em si, seu uso impacta as relações que se estabelecem dentro dele", afirma Raquel. "Da mesma maneira como continuamente atualizamos nossas tecnologias, o ambiente escolar se revigora à medida que se mantém conectado com o universo exterior. Isto abrange a cidade, naturalmente, e sua efervescência de relações, desafios e demandas", completa.
Ao longo dos últimos oito anos, o projeto beneficiou 40 escolas, alcançando cerca de 250 professores e milhares de crianças e jovens paulistanos. O próximo mutirão, inclusive, já tem data e local marcados: dia 8 de dezembro, na Etec Parque da Juventude, em Santana, na zona norte da capital. O complexo erguido sobre os pavilhões do antigo Carandiru abriga não só uma instituição de ensino médio e técnico, mas também a Etec de Artes, escola onde são ofertados cursos diversos, entre os quais os de dança, canto, arte dramática, regência, processos fotográficos, paisagismo, design de interiores e produção de eventos.












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