sábado, 8 de julho de 2017

Reunião do G20 mostra determinação nas questões de clima e sustentabilidade; ações são cada vez mais necessárias

Segundo o site imprensa JB Press House Giovanna Leopoldi: Declaração do WWF sobre a reunião de Líderes que termina hoje em HamburgoFoto em grupo dos líderes do G20 na cerimônia da abertura da cúpula, Hangzhou, 4 de stembro de 2016Hamburgo – No momento em que termina a Cúpula dos Líderes do G20, o WWF exorta as principais economias industrializadas e emergentes do mundo a cumprirem seu compromisso em assegurar a sustentabilidade e a resiliência para todos.Líderes de Brasil, Rússia, Índia e China aproveitaram a cúpula do G-20 para pressionar os colegas pela adoção do Acordo Climático de Paris - AFP PHOTO / PIB  A ambição, presente no comunicado dos líderes divulgado hoje, deve ser acompanhada de ações concretas dos países do G20 e dos governos para mudar a curva de enorme perda de biodiversidade que tem acelerado as mudanças climáticas e o uso insustentável dos recursos naturais do planeta.Os membros da reunião de ministros de Finanças do G20.Hoje, a poluição ambiental sem precedentes, os impactos nas mudanças climáticas, o declínio da biodiversidade, a degradação da terra e escassez de água estão levando o planeta em direção a um ponto sem volta.O presidente Michel Temer conversa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a cúpula do G20, na AlemanhaA ação coletiva em questões como financiamento verde, política climática, proteção marinha e crimes contra a vida selvagem, conforme descrito na declaração final do G20, é urgentemente necessária para ajudar a prevenir danos irreversíveis às sociedades e às economias globais, além de garantir a estabilidade e a segurança nas regiões mais vulneráveis do mundo.EFE/EPA/Ronald WittekManuel Pulgar-Vidal, líder da Prática global de clima e energia do WWF, afirmou que “ao acelerar progresso sob o Acordo de Paris e a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável, os países do G20 podem ajudar levar a agenda da sustentabilidade adiante. Ao reconhecer que o momento criado pelo Acordo de Paris é irreversível, os líderes têm mostrado sua determinação em reunir países e atores não estatais em todo o mundo na criação de uma transformação socioeconômica global, que moldará nossas economias nacionais, o bem-estar das pessoas e prosperidade nos próximos anos”.Donald Trump e Angela Merkel (Foto: Sean Gallup/Getty Images)Na cúpula, todos os membros do G20, exceto os EUA, se comprometeram a garantir a implementação plena e efetiva do Acordo de Paris, por meio da cooperação na entrega de contribuições nacionais sobre o clima, apoio a energias renováveis e eficiência energética e planejamento de longo prazo. A promessa ocorre algumas semanas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado sua intenção de retirar os Estados Unidos do acordo climático global aprovado em dezembro de 2015.Reunião bilateral entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (D), e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, começou com aperto de mãos e declarações amistosas - AP Photo/Evan Vucci"Implementar o Acordo de Paris é do interesse de cada nação. Estratégias climáticas eficazes podem ajudar a desbloquear novas oportunidades de negócios e emprego, energias renováveis, benefícios para a saúde e um futuro sustentável para todos. À medida em que os líderes do G20 se juntam a cidades, empresas e indivíduos em todo o mundo no comprometimento com um futuro resiliente ao clima, deve ficar claro que não há lugar para combustíveis fósseis neste cenário. Podemos ser mais fortes para o clima juntos (#strongertogether4climate), mas precisamos traduzir ambição em ações, imediatamente", disse Pulgar-Vidal.A chanceler alemã, Angela Merkel, recebe o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, na abertura da cúpula do G-20 - AFP PHOTO / Tobias SCHWARZAlém das mudanças climáticas, os líderes na cúpula do G20 também discutiram oportunidades e desafios ligados ao financiamento verde e seu papel na mudança dos fluxos financeiros em todo o mundo para uma maior sustentabilidade, levando em consideração os riscos climáticos e ambientais.                             De acordo com o diretor-geral do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, "o G20 deixou claro que -apesar de Trump -, o mundo está completamente comprometido em avançar os esforços para combater mudanças climáticas no âmbito de Acordo de Paris”. Ao acrescentar que os combustíveis fósseis estão no caminho da obsolescência, Voivodic chamou a atenção para os desafios e oportunidades no país.

“O futuro é de energia 100% renovável e descarbonizarão das economias do mundo inteiro. É necessário acelerar este processo, e aumentar esforços de todos para manter o aquecimento abaixo de 1.5º C e evitar mudanças climáticas. O Brasil tem muitas vantagens e oportunidades nesta corrida para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, junto a geração de empregos e crescimento econômico", completou o diretor-geral.Além das mudanças climáticas, os líderes na cúpula do G20 também discutiram oportunidades e desafios ligados ao financiamento verde e seu papel na mudança dos fluxos financeiros em todo o mundo para uma maior sustentabilidade, levando em consideração os riscos climáticos e ambientais. O fórum também analisou pela primeira vez o importante elo entre os crimes contra a vida selvagem e a corrupção. O comunicado final destacou especificamente os profundos impactos econômicos, sociais, culturais e ambientais do comércio ilegal de vida selvagem. Margaret Kinnaird, líder da Prática Global de Vida Selvagem do WWF, comentou que “a criminalidade da vida selvagem não só ameaça a vida selvagem incrível do nosso planeta, mas também prejudica as vidas, os meios de subsistência e os direitos humanos das comunidades locais que dependeram de seus recursos e ecossistemas circundantes há séculos" e exortou a Argentina, próximo país a ocupar a presidência do G20, a partir do dia 1º de dezembro deste ano, a seguir com esforços nesta área.   
Sobre o WWF
O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
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  1. Emmanuel Macron, presidente da França
  2. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos
  3. Alpha Condé, presidente da Guinea
  4. Joko Widodo, presidente da Indonésia
  5. Antonio Guterres, secretário-geral das Nações Unidas
  6. Roberto Azevedo, diretor-geral da Organização Mundial do Comércio
  7. Paolo Gentiloni, primeiro-ministro da Itália
  8. Erna Solberg, primeiro-ministro da Noruega
  9. Tedros Adhanom, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde
  10. Enrique Pena Nieto, presidente do México
  11. Justin Trudeau, primeiro ministro do Canadá
  12. Mark Rutte, primeiro-ministro da Holanda
  13. Jacob Zuma, presidente da África do Sul
  14. Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia
  15. Christine Lagarde, diretora do Fundo Monetário Internacional
  16. Mauricio Macri, presidente da Argentina
  17. Macky Sall, presidente do Senegal
  18. Guy Ryder, diretor da Organização Internacional do Trabalho
  19. Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão
  20. Lee Hsien Loong, primeiro-ministro de Singapura
  21. Angela Merkel, primeira-ministra da Alemanha
  22. Malcolm Turnbull, primeiro-ministro da Austrália
  23. Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial
  24. Xi Jinping, presidente da China
  25. Mariano Rajoy, primeiro-ministro da Espanha
  26. Theresa May, primeira-ministra do Reino Unido
  27. Nguyen Xuan Phuc, primeiro-ministro do Vietnã
  28. Vladmir Putin, presidente da Rússia
  29. Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu
  30. Mark Carney, presidente do Conselho de Estabilidade Financeira
  31. Recep Ergogan, presidente da Turquia
  32. Ibrahim Abdulaziz Al-Assaf, ministro das finanças da Arábia Saudida
  33. Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia
  34. Michel Temer, presidente do Brasil
  35. Jose Angel Gurria, secretário da Organização de Cooperação Econômica
  36. Moon Jae-in, presidente da Coreia do Sul
    

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