Manhã foi marcada por tumulto entre manifestantes e polícia.
Discussão do pacote de austeridade começa às 15h, no plenário da Alerj.
Manifestantes derrubaram as grades da Alerj, por volta das 12h05 desta quarta-feira (16), em um protesto no primeiro dia de votação do pacote de medidas para combater a crise do estado. Para controlar o tumulto, o Batalhão de Choque da Polícia Militar usou bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes.
Houve muita correria, mas um grupo continuou resistindo. Às 13h15, uma nova confusão ocorreu e a polícia chegou a jogar gás de pimenta na direção dos manifestantes. Por volta das 13h30, um grupo tentou invadir o prédio da assembleia chegando a derrubar uma parte da segunda barreira de grades que isolam o prédio do Palácio Tiradentes.
O carro blindado da PM, conhecido como caveirão, chegou ao local para reforçar a segurança. As pessoas que participavam da concentração na frente da Alerj se espalharam para outros pontos da rua Primeiro de Março. Na região ficam os prédios do Tribunal de Justiça, o Paço Imperial e a Igreja de São José. Manifestantes recebem apoio de chuva de papel picado jogado de prédios vizinhos. A cavalaria da PM também foi acionada.
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Um manifestante chegou a ser atingido por uma bomba de efeito moral, segundo informações da Globonews. Ele foi carregado para atendimento. Os manifestantes gritam palavras de ordem contra o governo e soltam fogos de artíficio em direção à PM que está posicionada na frente do prédio e nas escadarias da Alerj.
No início da manhã desta quarta, horas antes de os deputados começarem a discutir os projetos do pacote de austeridade, apresentados pelo Governo do RJ na semana retrasada, servidores do Estado já se concentram em frente à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Servidores da áreas da segurança pública e da educação exibem cartazes fazendo críticas aos projetos apresentados pelo governo. Por volta de 10h45, houve um tumulto entre os manifestantes, policiais e pessoas ligadas a partidos políticos. Houve uso de spray de pimenta.
No interior da Alerj, deputados e sindicalistas, que estavam reunidos para discutir o projeto do governo, deixaram o local depois que o cheiro de gás invadiu o prédio (veja vídeo).
Trânsito fechado
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que, por conta do protesto, a Rua 1° Março está interditada, na altura da Alerj e que há um bloqueio de tráfego na pista lateral da Av. Pres Antônio Carlos, a partir da Av. Franklin Rooselvelt . O desvio de veículos é feito pela Av. Almirante Barroso. Agentes da CET-Rio, GM e Polícia Militar. Os motoristas que tiverem que ir do Centro para a Zona Sul têm como melhores opções os túneis Rebouças e Santa Bárbara.
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que, por conta do protesto, a Rua 1° Março está interditada, na altura da Alerj e que há um bloqueio de tráfego na pista lateral da Av. Pres Antônio Carlos, a partir da Av. Franklin Rooselvelt . O desvio de veículos é feito pela Av. Almirante Barroso. Agentes da CET-Rio, GM e Polícia Militar. Os motoristas que tiverem que ir do Centro para a Zona Sul têm como melhores opções os túneis Rebouças e Santa Bárbara.
Às 15h, os deputados encaram na pauta da Assembleia dois dos projetos propostos pelo Executivo. Um deles, talvez o menos polêmico, propõe a redução salarial de governador, secretário e subsecretários.
O outro projeto de lei reduz de 40 para 15 salários mínimos o que é considerado "pagamento de pequeno valor". Acima disso, as dívidas do Estado com fornecedores ou pessoas podem ser pagas em precatórios.
O principal projeto propõe a redução em 30% do salário do governador, do vice, dos secretários e dos subsecretários. O outro projeto de lei reduz de 40 para 15 salários mínimos o que é considerado "pagamento de pequeno valor". Acima disso, as dívidas do Estado com fornecedores ou pessoas podem ser pagas em precatórios.
Cerca de 500 homens da Força Nacional de Segurança vão reforçar a segurança no Rio no entorno da Alerj. O pedido foi feito pelo governador Luiz Fernando Pezão.
O prédio da Alerj foi cercado no domingo (13), poucos dias após os protestos de servidores contra o pacote de medidas do governo para combate à crise no estado. Três carros da Polícia Militar (PM) também faziam o patrulhamento na frente do edifício. A sede do Legislativo chegou a ser invadida por manifestantes há uma semana.
O custo da colocação do equipamento foi de R$ 20 mil, e o trabalho está a cargo da empresa de engenharia responsável pelo restauro das fachadas externas do complexo.
Nesta quarta, o presidente da casa, Jorge Picciani (PMDB-RJ), deve receber representantes de seis sindicatos. O encontro está marcado para as 12h.




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