O estudo foi divulgado pela revista Science, juntamente com a descoberta de um importante sítio arqueológico na região do Vale do Rio Amarelo. No local foram encontrados ossos de crianças que teriam ficado presas em meio a uma inundação. Os testes nas ossadas apontam o ocorrido por volta do ano 2.000 a.C., data provável do dilúvio de Noé.
A narrativa bíblica sobre o ocorrido descreve o dilúvio como tendo sido global. Gênesis 7.11 afirma que “se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram”. Por isso, os cientistas afirmam que diversas culturas têm como tradição relatos a cerca de um grande dilúvio.
“Há milhares de metros de sedimentos de Dilúvio em todo o globo. São evidências de um dilúvio global catastrófico. Os cientistas não estão dispostos a olhar para isso porque foram doutrinados a acreditar que foram se acumulando ao longo de milhões de anos”, explica o cientista Ken Ham.
As pesquisas apontaram que o grande dilúvio na China teria transbordado a região em um nível de água acima de 38 metros e as águas podem ter levado mais de seis meses para voltar ao nível normal.
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