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‘Peladão da Praça XV’ afirma que ato foi na verdade uma manifestação artística

 Segundo o site https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil: Chico Fernandes, de 37 anos, escalou e ‘montou’ no monumento dedicado ao General Osório, na Praça XV região central do Rio de Janeiro, no último dia 17 de março.

Para completar, o homem ainda estava nu e disse que só desceria do local quando todos fossem vacinados contra a Covid-19.

O ato acabou com Chico sendo conduzido para delegacia, onde precisou assinar um termo por atentado ao pudor. O caso viralizou nas redes sociais.

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Apesar da performance inusitada, o artista performático revelou que uso seu corpo em intervenções artísticas desde 2017 e gosta de provocar uma reflexão sobre o ato.

“Se eu estivesse em um museu, atingiria apenas um público elitizado que iria lá para ver isso. Nas ruas atinjo mais gente e produzo todo tipo de reflexão: riso, raiva, incômodo”, diz ele ao G1 que conta com a ajuda do pai, o também artista Silvio Aguiar, de 68 anos, e de fotógrafos que registram o trabalho.

“O que choca mais: um homem nu usando máscara durante a pandemia ou um banhista de sunga, mas sem o EPI na praia?”, questiona.

Chico, que já deu aula de arte do Rio e em Porto Alegre ficou conhecido como “Peladão da Praça XV” ou do “Maluco da estátua”, mas ressalta que suas atitudes são bem pensadas antes da execução.

“Não tem nada de loucura ali. Tudo é pensado. Desde a postura que não exiba o meu falo e não choque as pessoas, as palavras ditas e o desvio do contato visual direto com o outro para não gerar nenhum tipo de lascívia”, disse ao G1.

Ele lembra uma nota do Ministério Público Federal, de 2017, pontuando que “a nudez de uma pessoa adulta, sem prática de ato público voltado à satisfação da lascívia, não constitui crime no direito brasileiro”, relembra.

                                       Quanto ao seu objetivo com as manifestações, Chico diz que além das reflexões pretende que o filho dele, de 6 anos, “tenha orgulho”.

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