quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Levantamento inédito detalha produção de etanol celulósico de Raízen e GranBio

 Segundo o site https://www.novacana.comNúmeros da ANP trazem informações sobre a produção do biocombustível e o processamento de bagaço; além disso, conheça o histórico das companhiasA possibilidade de reutilizar o bagaço da cana-de-açúcar para gerar etanol ainda desperta interesse e curiosidade no setor. O resíduo da produção sucroalcooleira é mais comumente utilizado para a geração de energia, mas, com o auxílio de tecnologias e processos químicos, também é possível produzir mais biocombustível.

No Brasil, atualmente, apenas duas usinas aproveitam essa possibilidade: a Bioflex, usina da GranBio localizada em São Miguel do Campos (AL), e a Costa Pinto, da Raízen, em Piracicaba (SP).

Ao longo dos últimos anos, desde que as usinas iniciaram sua produção do chamado etanol de segunda geração (E2G) ou celulósico – o que, mundialmente e em escala, aconteceu em 2015 –, as perspectivas para este mercado foram enfraquecendo, especialmente devido a limitações tecnológicas.

De acordo com dados inéditos divulgados pela Agência do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as duas usinas produziram 6,11 milhões de litros de E2G em 2019. Para chegar a estas quantias, foram processadas um total de 106,36 toneladas de bagaço de cana entre os dois anos, sendo 81,34 toneladas em 2019 e 25,03 toneladas em 2020.

Independentemente do resultado individual de cada unidade, com os dados da ANP é possível observar um aumento no processamento do resíduo da cana ao longo dos meses, culminando nos altos volumes no início deste ano – o que poderia indicar uma expectativa positiva para o mercado, não fossem os entraves pelos quais ele normalmente passa.

Com os dados de processamento de bagaço e da produção de etanol de segunda geração, é possível calcular o rendimento das usinas ao longo dos meses. Esta informação você encontra no texto complexo, restrito para assinantes, além de:

- Gráficos com as produções de E2G no Brasil
- Histórico da Bioflex e da Costa Pinto
- As perspectivas para o mercado do etanol celulósico


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