quarta-feira, 25 de março de 2020

Número de pessoas curadas do coronavírus sobe para 5 em Pernambuco

Segundo o site https://interior.ne10.uol.com.brNúmero de casos confirmados da doença no estado continua sendo 42 de acordo com último boletimPernambuco tem 22 casos notificados de coronavírus                                                                  A Secretaria Estadual de Saúde informou em um balanço nessa terça-feira (24) que o número de pessoas curadas no novo coronavírus subiu para cinco em Pernambuco. O número de casos confirmados da doença continua sendo 42, de acordo com o último boletim divulgado pelo governo.  Das 42 pessoas que estão com o vírus, 29 delas estão em isolamento domiciliar e oito estão internadas. Três dos pacientes internados estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), duas estão em hospital particular e uma no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc).                                            Durante uma coletiva, o secretário de Saúde estadual André Longo pediu que as pessoas continuem em casa e se protegendo: "As orientações permanecem as mesmas: evitar ao máximo sair de casa, em caso de sintomas leves de gripe, ficar em repouso e diminuir o contato com as pessoas em casa, e só procurar o serviço de saúde caso haja dificuldade para respirar".

Sobre o coronavírus

O Covid-19 é similar a uma gripe e é transmitido pela saliva, espirro, tosse ou aperto de mãos. Os sintomas do coronavírus são febre, tosse e falta de ar. Caso apresente os sintomas, a orientação é ligar 136 ou procurar uma unidade de saúde na sua cidade. A maioria dos casos confirmados no Brasil são de pessoas que viajaram para países em que o número de doentes é maior.
A melhor forma de prevenir o novo coronavírus e outras doenças respiratórias é tomando algumas atitudes como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão; utilizar álcool em gel 70% para higienizar as mãos caso não possa lavá-las; cobrir o nariz e a boca com um lenço descartável ao espirrar e tossir; usar o ombro ou braço para cobrir o espirro e a tosse; evitar tocar os olhos, nariz e boca quando as mãos não estiverem limpas; não compartilhar alimentos e objetos de uso pessoal como talheres, pratos, copos e garrafas; higienizar aparelhos celulares, tablets e controles remotos; manter ambientes bem ventilados, com portas e janelas abertas.
Caso já esteja doente, evite locais fechados com muitas pessoas e o contato com idosos, gestantes e doentes crônicos.

Acompanhe o vírus  O presidente Jair Bolsonaro e outros integrantes do Governo brasileiro na reunião com os governadores sobre a crise do coronavírus, nesta quarta-feira.                     Ministério da Saúde confirma 57 mortes por coronavírus no Brasil e casos chegam a 2.433. Bolsonaro defende isolamento parcial e abertura de comércios. Governadores e presidente trocam críticas                                                                          O Ministério da Saúde confirmou 57 mortes provocadas pelo novo coronavírus (Covid-19) no Brasil, sendo 48 no Estado de São Paulo, seis no Rio de Janeiro, uma no Rio Grande do Sul, uma morte em Pernambuco e um óbito no Amazonas. Até esta quarta-feira, o Brasil tinha 2.433 pessoas contaminadas pelo vírus Sars-Cov-2. Pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar a crise e defendeu a reabertura do comércio, com o isolamento parcial (da população acima de 60 anos). Bolsonaro se reuniu com os governadores do Sudeste para tratar da pandemia e trocou ataques com João Doria (SP). Governadores do Nordeste divulgaram uma carta em que afirmam que manterão as medidas preventivas “baseadas na ciência”. A posição de Bolsonaro foi criticada até mesmo pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, um antigo aliado. "Será que toda a comunidade científica do mundo está errada?”, disse em coletiva de imprensa.

Os destaques sobre da crise do coronavírus desta quarta-feira:Coronavírus teste

  • Ministério da Saúde confirma 57 mortes por coronavírus no Brasil e casos chegam a 2.433
  • Caiado questiona Bolsonaro: “Será que toda a comunidade científica está errada?”
  • Doria e Bolsonaro trocam ataques durante reunião com governadores.
  • Witzel elogia retomada de diálogo com Bolsonaro.
  • Bolsonaro defende isolamento parcial e reabertura do comércio.
  • Espanha supera China em número de mortes por Covid-19.

 

Primeira fatalidade na Palestina

Uma mulher de 60 anos se tornou a primeira pessoa morta na Palestina pela Covid-19, nesta quarta-feira. A falecida, que vivia em uma vila na Cisjordânia, perto de Jerusalém, não havia viajado para o exterior e não se sabe que esteve em contato com outros infectados detectados. Pelo menos dois membros de sua família deram positivo para o coronavírus, elevando o número de casos registrados na Cisjordânia para 62 e levando o número na Faixa de Gaza a dois. As autoridades de saúde temem que os casos se multipliquem no enclave do Mediterrâneo, que possui um sistema de saúde precário após 13 anos de bloqueio nas fronteiras e três guerras com Israel. Com 2.170 casos de infecção por coronavírus e cinco mortes, o governo israelense emitiu uma ordem geral de confinamento nesta quarta-feira que impede a população de se deslocar a mais de 100 metros de suas casas e proíbe a oração em locais fechados, como sinagogas. Aqueles que violarem as restrições serão punidos com 5.000 shequels (6.900 reais). As restrições mais recentes obrigam os empregadores a medir a temperatura dos trabalhadores na entrada das empresas e, se a febre exceder 38 graus, não permitir que eles passem. Informa Juan Carlos Sanz.                                                                                          O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, afirma que o Governo se reunirá na quinta-feira com secretários estaduais para debater o fechamento dos comércios e escolas, mas não vai determinar a reabertura dos mesmos, como pediu o presidente Jair Bolsonaro em pronunciamento realizado em cadeia nacional na noite de terça-feira.  

Macron mobiliza o exército francês para combater o coronavírus

O presidente francês Emmanuel Macron anunciou o lançamento de uma operação militar para apoiar a luta contra o coronavírus, que já custou 1.331 vidas em todo o país, de acordo com os últimos dados oficiais fornecidos. Em um discurso da cidade alsaciana de Mulhouse, um dos piores surtos da França no momento e onde ele visitou um hospital militar recém-instalado, Macron anunciou que a Operação Resiliência será "totalmente dedicada à ajuda e apoio da população, bem como serviço público nos setores de logística e proteção”.
Como ele indicou, é uma missão "diferente" da Operação Sentinel, criada após os ataques de 2015 na França. Embora não tenha especificado o número de pessoas uniformizadas a serem mobilizadas, ele anunciou o envio de dois porta-helicópteros para apoiar as regiões estrangeiras do país. Além disso, anunciou um "plano maciço de investimento e reavaliação" para o sistema hospitalar do país --que até a crise estava atolada em duros protestos pela falta de recursos-- que serão, segundo ele, "profundos e duradouros". Também prometeu uma melhor remuneração por horas extras para o pessoal de saúde, bem como um "bônus excepcional para todo o pessoal médico e funcionários mobilizados", cuja quantia não foi especificada.

                               

         

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