sexta-feira, 19 de julho de 2019

Fim das coligações desafia identidade dos partidos no pleito de 2020 em Caruaru.

Segundo o site Assessoria de Imprensa https://jornaldecaruaru.com.br: Regra que evita transferência de votos a candidatos de outras legendas pode influenciar eleição para Câmara Municipal no ano que vem

A grande novidade das eleições municipais do ano que vem, o fim das coligações partidárias para a eleição de vereadores deve exigir uma identificação ainda mais consistente dos partidos políticos e candidatos durante a campanha.
De autoria do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), a emenda que pôs um fim nas coligações partidárias em eleições proporcionais, ou seja, para os cargos de vereador, deputado estadual e deputado federal, foi aprovada pelo Senado no final de 2017. À época também ficou decidido que a medida entraria em vigor em eleições municipais, no caso as de 2020.
A mudança fez parte da reforma política que também criou a cláusula de barreira, ou cláusula de desempenho, que já vigorou nas eleições majoritárias do ano passado e estabeleceu regras mais duras para que os partidos tenham acesso ao fundo eleitoral e ao tempo de propaganda política no rádio e na TV.
“Eu acho que isso foi muito bom, imagina isso com a eleição de deputados. Vai ser muito bom porque a tendência é diminuir o número de partidos. Eu acho que o Brasil não merece 30 partidos”, avaliam cientistas políticos.
Na prática, a medida visa evitar que um partido transfira votos para candidatos de outras legendas que não obtiveram votação expressiva apenas por estarem coligados. No entanto, esta “transferência” de votos segue sendo permitida entre candidatos do mesmo partido, o que, na opinião do especialista ouvido pela FOLHA, pode fazer com que lideranças partidárias invistam ainda mais nas campanhas dos famosos “puxadores” de votos, como o clássico exemplo do palhaço Tiririca nas eleições de 2014.

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