quarta-feira, 17 de julho de 2019

Governo estuda liberar até 35% do FGTS; desmatamento é prejudicial ao agronegócio e outras notícias

Segundo site Boletim Diário do LinkedInGoverno estuda liberar até 35%
do FGTS.
Junto com a liberação dos recursos do FGTS, haverá também mais uma rodada de saques do PIS/Pasep.
O objetivo do plano é tentar reanimar a economia, via consumo, ainda em 2019 – a projeção do governo é de crescimento do PIB de 0,81%. O Ministério da Economia deve permitir que os trabalhadores saquem até 35% dos recursos de suas contas ativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. A expectativa é que a medida injete até R$ 42 bilhões na economia.
Desmatamento prejudica agronegócio. A destruição da vegetação nativa pode trazer prejuízos graves para o agronegócio brasileiro, sobretudo pelo impacto do desmatamento sobre o regime de chuvas. Segundo informações da BBC News Brasil, 95% da produção agrícola do país não é irrigada e, portanto, depende da precipitação. A seca atinge em cheio os resultados do setor, que é responsável por mais de 20% do PIB brasileiro. Um relatório da Associação dos Produtores de Soja indica que mais de 16 milhões de toneladas de soja foram perdidas neste ano por causa da seca, que tem atingido diversas regiões produtoras desde dezembro. Veja o que estão dizendo sobre o assunto.
Amazon Day supera Black Friday no site da empresa. As vendas no primeiro dia do Amazon Day – promoção de 48 horas com descontos de até 60% e frete grátis da Amazon que começou na terça-feira –, bateram as do mesmo período da Black Friday do ano passado no site da empresa no Brasil. De acordo com a varejista, foram vendidos mais de 80 mil ebooks nas primeiras 24 horas do evento. As categorias mais compradas por brasileiros foram livros, itens de cuidados pessoais e videogames.
Previdência não é suficiente para salvar a economia. Analistas ouvidos pelo G1 acreditam que a reforma da Previdência é uma etapa importante para a retomada da economia — mas não vai resolver os problemas do país no longo prazo. Para garantir o crescimento do Brasil nos próximos anos, ainda falta implementar um extenso cardápio de medidas, tais como reforma tributária, redução da burocracia do comércio exterior e investimento em projetos de infraestrutura, afirmam especialistas como Alessandra Ribeiro, diretora da consultoria Tendências, e Marcos Lisboa, presidente do Insper. Veja o que estão dizendo sobre o assunto.
Clube das 5 da manhã faz sucesso no Brasil. "Participe do clube das 5 da manhã. Suas horas mais valiosas são entre 5 e 8 da manhã. É quando você é menos interrompido". Essa é a premissa de 5AM Club, livro do canadense Robin Sharma que atrai adeptos entre os empreendedores pelo mundo. O clube é formado por pessoas que, por escolha própria, começam o dia às 5 horas da manhã. Jack Dorsey, cofundador do Twitter, acorda às 5h30. Jeff Bezos, da Amazon, às 4h30. Richard Branson, da Virgin, acorda às 5h. No Brasil, nomes como Abílio Diniz, Vicente Falconi e Luciano Diniz adotam a estratégia. Tem gente que vai além: Thiago Nigro, especialista em independência financeira, faz diariamente uma live para os seus mais de 1,5 milhão de seguidores às 5h06 da manhã. Veja o que estão dizendo sobre o assunto.
Ideia do dia: trabalhar em um espaço limpo, arejado e iluminado é essencial para a produtividade. Em artigo no LinkedIn, o consultor de carreira Max Gehringer explica que uma empresa que reforma seu escritório para torná-lo mais amplo e confortável para seus funcionários, por exemplo, verá seus resultados aumentarem expressivamente:
“O fato de a produtividade melhorar (…) é resultado (…) da mensagem que a empresa transmite: estamos mudando para oferecer melhores condições de trabalho. E quando o profissional sente que existe uma preocupação genuína com ele, torna-se mais produtivo”
Qual a sua opinião? Participe da conversa nos comentários abaixo.

— Guilherme Odri e Claudia Gasparini

FOTO | Plantação de algodão na Bahia: agronegócio é prejudicado por desmatamento (REUTERS/Ricardo Moraes)

Homem é atacado por onça pintada e é salvo por cinco cachorros

Segundo o site https://www.merecedestaque.com: Um homem de 58 anos foi salvo por 5 cachorros de estimação ao ser atacado por uma onça-pintada em uma fazenda de Porto Murtinho, a 440 km de Campo Grande.
Homem é salvo por cães ao ser atacado por onça em fazenda de Porto Murtinho (MS). — Foto: Diego Ruíz.                                                  
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ataque foi no último domingo (14) e a vítima precisou de atendimento médico por conta dos ferimentos. Conforme a ocorrência, o homem levou uma mordida e um tapa do animal na região das costas, o que causou vários arranhões.
Segundo o relatado pelo homem à corporação, ele foi verificar a origem de um mau cheiro em uma mata acompanhado de seus cães. Ao chegar ao local, constatou que tratava-se de um animal morto e neste momento, foi atacado pela onça. Os cães começaram a latir, assustaram-na e ela fugiu.
Segundo o coronel Queiroz da Polícia Militar Ambiental (PMA), em duas outras ocasiões, funcionários de uma fazenda foram verificar mau cheiro e foram atacados por onças também, porque especialmente a onça-pintada costuma defender seu alimento:
"Ela mata a presa, depois fica se alimentando e vigiando essa carne. Essa é uma das formas em que ela pode atacar o ser humano, porque a onça-pintada não encara um ser humano adulto como uma presa, ela tende a se afastar, mas para defender seu alimento ou seus filhotes ela pode atacar", explica.
O presidente da Organização Não-Governamental (ONG) Panthera, Leonardo Avelino, explica que a onça pode ter interpretado a presença dos 5 cães como uma "concorrência" alimentar para a caça que protegia: "As onças costumam ficar agressivas com a proximidade de cães, a razão do ataque pode ter sido justamente a presença deles", afirma.
De acordo com os bombeiros, o homem foi levado para o hospital da cidade. Ele foi atendido e liberado no mesmo dia.
    

Febre nas redes, aplicativo FaceApp pode compartilhar dados dos usuários

Segundo o site https://jconline.ne10.uol.com.br: Fique atento às normas internas do aplicativo que podem usar seus dados sem que você saiba
Envelhecer foto atual viralizou na internet nos últimos dias
Foto: Reprodução FACE App
Agência Brasil

Nos últimos dias, imagens de pessoas em versões mais velhas delas mesmas viraram a nova febre das redes sociais no país. O responsável por isso foi o aplicativo Faceapp, ferramenta para edição e aplicação de filtros a imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros. Contudo, seu funcionamento e suas normas internas podem abrir espaço para abusos no uso e compartilhamento dos dados de seus usuários.
O FaceApp está disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android) e Apple Store (para o sistema operacional iOS). Na loja Play Store no Brasil estava listado em julho como o principal aplicativo na categoria gratuitos. Com nota 4,5 de 5, no momento da publicação desta reportagem, o app chegava perto de 1 milhão de downloads.
O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Nos modelos de edição há possibilidades de mudar cores do cabelo, aplicar maquiagem ou estilos de barba e bigode, entre outros. O sistema de inteligência artificial do app informa que pode encontrar “o melhor estilo para você”.

Política de privacidade

A política de privacidade do app traz informações sobre quais dados são coletados e quais são os usos possíveis. Segundo o documento, são acessados as suas fotos e “outros materiais” quando você posta. Quais outros materiais? O documento não detalha. A empresa adota serviços de análise de dados (analytics) de terceiros para “medir as tendências de consumo do serviço”. O que isso significa? Não fica claro.
“Essas ferramentas coletam informação enviada pelo seu aparelho ou por nosso serviço, incluindo as páginas que você acessa, add-ons e outras informações que nos auxiliam a melhorar o serviço”, diz o documento. São utilizados também mecanismos de rastreamento como cookies, pixels e beacons (que enviam dados sobre a navegação para a empresa e parceiros dela).
As informações “de log” também são enviadas, como quando o indivíduo visita um siteou baixa algo deste. A empresa também insere mecanismos para identificar que tipo de dispositivo você está usando, se um smartphone, tablet ou computador de mesa. Podem ser veiculados anúncios por anunciantes parceiros ou instalados cookiesdessas firmas.
Por meio dessas tecnologias a sua navegação passa a ser totalmente rastreada. Segundo a empresa, contudo, esse volume de informação é reunido sem que a pessoa seja identificada. “Nós coletamos e usamos essa informação de análise de forma que não pode ser razoavelmente usado para identificar algum usuário particular”, informa o app.
As políticas de privacidade afirmam que a informação não é vendida ou comercializada, mas listam para quem a informação reunida pode ser compartilhada para as empresas do grupo que controla o Faceapp, que também poderão utilizá-las para melhorar os seus serviços. Também terão acesso empresas atuando na oferta do serviços, que segundo o documento, o farão sob “termos de confidencialidade razoáveis”. O que são termos razoáveis? O usuário não tem como saber.
O compartilhamento poderá ser feito para anunciantes parceiros. Se a empresa for vendida, ela poderá repassar as informações aos novos acionistas ou controladores. De acordo com o documento, mudanças nos termos podem ser feitas periodicamente, sem obrigação de aviso aos usuários. Assim, a empresa possui um leque amplo de alternativas de compartilhamento sem que o usuário saiba quem está usando suas informações e para quê.

Riscos

A diretora da organização Coding Rights, Joana Varon, avalia que o uso do app traz uma série de riscos e viola a legislação brasileira ao afirmar que poderá ser regido por leis de outros países, inclusive o Artigo 11º do Marco Civil da Internet (Lei Nº 12.965).


Joana considera a política de privacidade do FaceApp muito permissiva, uma vez que não é possível saber quais dados serão utilizados, como e por quais tipos de empresas. Entretanto, ela acrescenta que certamente a empresa responsável e seus “parceiros” trabalham os registros reunidos para alimentar sistemas de reconhecimento facial, uma vez que o app gera um poderoso banco de dados, não só de fotos dos usuários como de outras pessoas para as montagens (como de amigos ou de celebridades).
Ela diz que isso resulta em um problema grave, uma vez que as tecnologias de reconhecimento facial têm se mostrado abusivas, como nas aplicações de segurança pública. As preocupações levaram cidades a banir esse tipo de recurso, como San Francisco, nos Estados Unidos, ou São Paulo, que proibiu o uso da tecnologia no metrô.
“As pessoas ficam empolgadas mas no fim tem uma finalidade muito além do que só essa brincadeira, que nem é tão clara. É claro que imagens estão sendo utilizadas para aperfeiçoar o reconhecimento facial, tecnologia que tem se mostrado totalmente nociva. Não é só identificação de pessoas, mas do humor e outras características que não são comuns a outros tipos de dados biométricos, como digital”, explica.

Venda de dados

Para Fábio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky, é possível que essas imagens acabem sendo empregadas em usos problemáticos. “Por utilizar inteligência artificial para fazer as modificações a partir do reconhecimento facial, a empresa dona do app pode vender essas fotos para empresas desse tipo, além desses dados facilmente caírem nas mãos dos cibercriminosos e serem utilizados para falsificar nossas identidades”, diz.
Assolini diz que os usuários devem tomar cuidado sobre como disponibilizam suas imagens para reconhecimento facial ou até mesmo publicamente. “Temos que entender essas novas maneiras de autenticação como senhas, já que qualquer sistema de reconhecimento facial disponível a todos pode acabar sendo usado tanto para o bem quanto para o mal”.

Dados expostos

Na opinião do coordenador do grupo de pesquisa Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Arthur Bezerra, o argumento da parte de muitos usuários de que não haveria problemas no Faceapp, uma vez que os dados das pessoas já estão expostos na internet não procede. 
"Embora plataformas como o Google e o Facebook tenha uma enorme gama de dados sobre nós, cada empresa busca formar seu banco de dados. E o Faceapp é desenvolvido por uma empresa russa, então quando você faz o download, você está compartilhando suas informações com uma nova companhia que você não sabe qual é. Se eu dissesse por alguém para me dar a senha do Facebook, a pessoa provavelmente não daria, pois todo mundo tem uma dimensão privada da sua vida", disse. 

Polêmicas

Modas como a do FaceApp já levantaram preocupações antes. Foi o caso do desafio dos 10 anos, que virou febre no Facebook no início do ano e provocou questionamentos pela alimentação de sistemas de reconhecimento facial. No ano passado, o Ministério Público abriu um inquérito para saber se a adoção dessa tecnologia pelo Facebook violava ou não a legislação.
Iniciativas em diversos países – como Estados Unidos, China e Rússsia – vêm sendo criticadas por defensores de direitos dos usuários. Empresas do setor, como a Microsoft, chegaram a pedir publicamente a regulação dessas soluções técnicas. No Brasil, o início da aplicação desses recursos pelo Sistema de Proteção ao Crédito no ano passado também foi acompanhado de receios.

Governo estuda liberar até 35% do FGTS; desmatamento é prejudicial ao agronegócio e outras notícias

Segundo site  Boletim Diário do LinkedIn :  Governo estuda liberar até 35% do FGTS. Junto com a liberação dos recursos do FGTS, haverá ...