Manifestantes também procuram alternativas para acessarem as redes sociais proibidas, como tentar a conexão por provedores de outros países ou em redes particulares virtuais (VPNs).
Há alguns dias, o governo da Venezuela foi acusado de bloquear imagens consideradas violentas no Twitter. Após a denúncia chegar à imprensa internacional, a CANTV a desmentiu em um comunicado oficial qualquer envolvimento na "falha reportada por usuários".