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Juiz substituto dispensa Lula de interrogatório, Ré por corrupção, Gleisi consagra-se com o título de “mulher que atrasa o Brasil”, entenda o porquê, veja também Marido de Gleisi revela que Lula é o culpado da pior crise da história do Brasil

9 de novembro de 2016

/ by visao surubim
Segundo o site http://lavajatosergiomoros2.blogspot.com.br/: A informação é do blog O Antagonista:"O juiz Ricardo Leite, substituto de Vallisney de Oliveira na 10ª Vara Federal de Brasília, dispensou Lula, Bumlai e André Esteves da audiência de instrução que estava marcada para amanhã.Leite também adiou para fevereiro os depoimentos de Vanessa Grazziotin e Paulo Teixeira, arrolados como testemunhas de Lula."

Lula deverá ter uma noite tranquila. 

Ou não.                                                                  

Juiz federal que vai ouvir hoje Lula como réu é ameaçado e terá proteção da políciaA coordenação da equipe de policiais civis, formada por especialistas em segurança de dignitários da Divisão de Operações Especiais, será do delegado Rodrigo Ribeiro. A audiência ocorrerá às 9h30, no quarto andar do Edifício Cidade do Cabo Frio, Bloco C, 510 Norte.                                                    A Procuradoria da República no Distrito Federal acusa o ex-presidente de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato em conjunto com o banqueiro André Esteves, Delcídio e seu ex-assessor de gabinete Diogo Ferreira Rodriguez, que teriam atuado para impedir a delação premiada do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró – ele acabou tendo seu acordo de colaboração homologado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.                                   Também teriam participado do esquema o ex-advogado de Cerveró Edison Ribeiro, o pecuarista José Carlos Bumlai e seu filho Maurício Marques Bumlai.                                                     Ré por corrupção, Gleisi consagra-se com o título de “mulher que atrasa o Brasil”, entenda o porquê    Nada é tão ruim que não possa ser piorado. A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), ré por corrupção e que teve seu envolvimento no Petrolão atestado por sete delatores da Operação Lava-Jato, além de outras operações da Polícia Federal, acaba de ganhar título pouco enobrecedor da revista IstoÉ. A publicação fez um levantamento da atuação parlamentar da senadora e concluiu: “Essa mulher atrasa o Brasil”.  Não foi difícil chegar a esse veredito. “Ex-ministra da Casa Civil e denunciada pela Operação Lava Jato, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) começou a manchar publicamente a própria biografia quando adotou a postura de líder da tropa de choque de Lula e Dilma no Senado. Depois do impeachment, ela vem transformando sua atividade parlamentar em sinônimo da política do quanto pior melhor, promovendo uma oposição inconsequente que em nada contribui para que o País avance”, destaca a revista.


“A última investida de Gleisi contra o País se deu na semana passada, durante a tramitação da PEC do Teto dos Gastos Públicos. A proposta, já aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados, é apontada pelo governo, por economistas e até por parte da oposição, como um instrumento indispensável para que o País retome o equilíbrio fiscal e reencontre o caminho do crescimento. Para entrar em vigor, a PEC precisa ser aprovada em dois turnos no plenário do Senado, o que deverá ocorrer até 13 de dezembro. Antes de ir ao plenário, porém, o projeto precisa do aval da Comissão de Constituição e Justiça, o que poderia ter ocorrido já na terça-feira, 1, não fosse a atuação de Gleisi”, prossegue a IstoÉ. “Na véspera da reunião, a senadora apresentou uma absurda proposta de emenda prevendo que após a aprovação da PEC no Senado a mesma deveria ser aprovada em referendo popular antes de entrar em vigor. É evidente que a petista apenas tenta tumultuar. Seria natural que Gleisi, como senadora de oposição, apresentasse projetos alternativos ao do governo e que o Parlamento fizesse o debate sobre as propostas para, em nome do povo, definir o rumo a ser seguido. O problema é que nem Gleisi e nem o PT têm uma proposta paralela. A senadora busca, então, apenas retardar a aprovação da PEC. “Essa é uma postura irresponsável, pois enquanto não se aprovar a PEC o Brasil manterá a tendência de estagnação econômica ou crescimento mínimo”, observa o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), relator da PEC no Senado”, relata a revista.

“Na terça-feira, 1, Oliveira apresentou parecer em que defende a constitucionalidade da proposta e rejeita qualquer alteração, inclusive a estapafúrdia emenda de Gleisi.

“Não temos dúvida sobre a aprovação, mas o Brasil tem pressa e teríamos ganhado uma semana se não houvesse essa falsa discussão”, afirmou o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) a dois colegas de partido. Durante a sessão, para impedir que os falsos debates protagonizados por Gleisi seguissem, Ferraço pediu vistas e encerrou a questão”, conclui IstoÉ.

O que a revista semanal concluiu é tema conhecido dos leitores do UCHO.INFO, que há muito acompanham as bizarrices da senadora que denigre a imagem de um dos mais importantes estados da federação, o Paraná. Gleisi é uma das muitas figuras grotescas da política nacional, status agravado por sua delinquência intelectual. Acostumada a exalar falsa genialidade em seus discursos obtusos e vazios, Gleisi ainda deve uma explicação convincente aos brasileiros sobre a nomeação de um pedófilo ao cargo de assessor especial da Casa Civil.

Eduardo Gaievski, condenado a mais de cem anos de prisão por estupro de vulneráveis (menores de 14 anos), foi levado ao cargo pela amiga Gleisi, que incumbiu o maníaco sexual de cuidar dos programas federais voltados para crianças e adolescentes. Apesar de toda a lambança que emoldura seu currículo político, Gleisi Hoffmann continua acreditando que frequenta a árvore genealógica de Aladim.                  

Marido de Gleisi revela que Lula é o culpado da pior crise da história do BrasilVejam na íntegra o que publica o Eminente jornalista Lauro Jardim:

"Quando ainda era ministra de Lula, Dilma Rousseff foi responsabilizada por abortar um plano de ajuste fiscal que pretendia controlar o crescimento dos gastos públicos.  Dilma desqualificou o programa classificando-o como "rudimentar". Mas Dilma apenas vocalizava o que Lula queria: quem realmente estava contra o plano era o seu chefe, segundo conta o livro "Anatomia de um desastre", dos jornalistas Cláudia Safatle, João Borges e Ribamar Oliveira, que será lançado, em novembro, pela Portfolio-Penguin.

Dilma foi apenas um instrumento. Naquele momento, preocupado com o "mensalão" e com sua reeleição, Lula queria conquistar o apoio dos líderes sindicais e dos movimentos sociais. O que menos desejava era controlar as despesas. "Quem barrou o debate foi o Lula", revela o então ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, no livro, que conta os bastidores da crise econômica que levou o Brasil à pior recessão de sua história."
Em resumo, o marido de Gleisi Hoffmann afirmou que Lula é o responsável pela pior crise da história do Brasil.
 

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